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Laboratório associado ao INCT da Criosfera

Ecossistemas terrestres da Antártica, a partir do solo.

Pesquisa da Universidade Federal de Viçosa sobre solos, permafrost e vida nas áreas livres de gelo das Shetland do Sul e da Antártica continental, desde 2002.

Península Keller 62°05′07″S 58°23′29″W

Três pesquisadores do Terrantar instalam uma estação meteorológica num morro coberto de musgo, à beira-mar; dois conferem os dados num notebook e um ajusta o sensor no alto do mastro; ao fundo, montanhas com geleiras.

Instalação de estação meteorológicaAntártica

Pesquisa

O que estudamos

Conhecer a pesquisa
  • Solo, clima e permafrost

    5 áreas

    • Monitoramento do permafrost e mudanças climáticas
    • Intemperismo e processos pedogenéticos
    • Geoquímica do solo e água
    • e mais 2
  • Vida no solo

    5 áreas

    • Relação solo-vegetação
    • Ecologia e fitossociologia vegetal
    • Microbiologia do solo
    • e mais 2
  • Paisagem e tempo

    3 áreas

    • Geomorfologia periglacial
    • Geocronologia e evolução da paisagem
    • Geofísica aplicada à pedologia
  • Geotecnologias

    5 áreas

    • Mapeamento Digital de Solos
    • Levantamentos com drone
    • Sensoriamento remoto e monitoramento ambiental
    • e mais 2
Onde trabalhamos

Shetland do Sul, Península Antártica e Antártica continental

Sítios de coleta e monitoramento nas áreas livres de gelo, onde o solo fica exposto no verão.

Passagem de DrakeEstreito de BransfieldMar de WeddellILHAS SHETLAND DO SULPENÍNSULA ANTÁRTICAIlha Rei GeorgeIlha LivingstonIlha JoinvilleFerraz · KellerFildesPotter · BartonHarmony Pt.Rip Pt.CoppermineDemayLow HeadHalf MoonC. ShirreffByersDeceptionElefanteEsperançaVegaUlu · J. RossSeymourÁrea livre de gelo (afloramento rochoso)Terra coberta de geloIsóbatas de 200, 1000, 2000 e 3000 mEstação Comandante FerrazSítio de campo, posição aproximada050 km64°S64°S63°S63°S62°S62°S61°S61°S63°W63°W62°W62°W61°W61°W60°W60°W59°W59°W58°W58°W57°W57°W56°W56°W55°W55°W54°W54°WVer sítios na Antártica continental

  • Estação Antártica Comandante Ferraz
  • Sítio de campo
  • Área livre de gelo

Posições aproximadas. Nas Shetland do Sul e na Península, cada ponto marca o centro da península ou da ilha, exceto a Estação Ferraz. Na Antártica continental, os pontos são as coordenadas dos relatórios de instalação.

Cartografia: SCAR Antarctic Digital Database e IBCSO v2, CC BY 4.0.

Esquema da roseta do líquen: 12 anéis concêntricos, um a cada dois anos, somando 19 milímetros de raio.

Crescimento lento

Em 24 anos de Terrantar, um líquen Buellia cresceu 19 milímetros.

Fonte da taxa: Sancho et al., 2017; 0,79 mm/ano.

Esquema ilustrativo: um anel a cada dois anos, de 2002 a 2026.

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Galeria

Fotos de campo

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  • Abertura de perfil, coleta e classificação de solo no campo, em Byers, Ilha Livingston, na OPERANTAR XXXVIII.

    Trabalho de campo

  • Pesquisadores caminhando sobre um campo de musgos e líquens levando ferramentas utilizadas para coleta de amostras de solo, com um manto de gelo ao fundo.

    Caminhada com ferramentas de coleta

  • Pesquisadora Iorrana atravessando área de musgo na Antártica.

    Caminhada sobre musgo

  • Associação simbiótica entre um fungo (micobionte) e uma alga ou cianobactéria (fotobionte) formando o líquen Buellia sp. encontrado em rochas antárticas.

    Simbiose

  • Acampamento montado na Ilha Livingston, onde a equipe realizou pesquisas e coleta de amostras na OPERANTAR XXXVIII.

    Acampamento na Antártica

  • Vista panorâmica das montanhas e geleiras da Ilha Livingston, Antártica.

    Paisagem em Livingston

  • Navios de apoio da Marinha do Brasil utilizados para transporte entre ilhas e bases de pesquisa, ancorados na Baía do Almirantado, Ilha Rei George.

    NApOc Ary Rongel (H-44) e NPo Almirante Maximiano (H-41)

  • Equipe caminhando sobre a neve em direção ao local de pesquisa.

    Travessia na neve

Foto de Carlos Ernesto Gonçalves Reynaud Schaefer

Carlos Ernesto Gonçalves Reynaud Schaefer

Professor (UFRJ) e coordenador do projeto Permaclima

Professor Voluntário e Pesquisador colaborador da UFV; Professor Titular do Instituto de Geociências da UFRJ e bolsista de Produtividade em Pesquisa nível 1A do CNPq. Possui vasta experiência na área de Pedogeomorfologia, Ambientes de Alta Montanha, Ilhas Oceânicas, Antártica e Ecologia e Conservação, atuando principalmente nos seguintes temas: Geomorfologia e Solos, Criosfera, Ecologia e Solos da Antártica, Química Ambiental, Micromorfologia de Solos, Relação Solo-Vegetação, Geoambientes de Ilhas Oceânicas Brasileiras e Solos da Amazônia.

Foto de Márcio Rocha Francelino

Márcio Rocha Francelino

Professor (UFV) e coordenador do projeto Terrantar

Professor Titular do Departamento de Solos da Universidade Federal de Viçosa (UFV). É coordenador do Núcleo Terrantar, de estudo dos ecossistemas terrestres da Antártica, vinculado ao INCT da Criosfera. Desde 2003 desenvolve pesquisas nas áreas livres de gelo da Antártica e dos Andes. Atua também na área de Levantamento e Mapeamento de Solos e Pedometria, com trabalhos realizados em várias regiões do Brasil e em outros países da América Latina, e tem como especialidade Geotecnologias aplicadas a estudos ambientais. É representante do Brasil no Scientific Committee on Antarctic Research (SCAR).

Parceiros e fomento

Realização

  • Núcleo Terrantar (UFV) Núcleo Terrantar (UFV)
  • Universidade Federal de Viçosa

Fomento

  • Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
  • Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
  • Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais

Apoio